Comum se ouvir dizer que democracia é o governo do povo, a se caracterizar, dentre outras coisas e em essência, pela liberdade do ato eleitoral. O dicionário o confirma. Mas, neste País, dito democrático, a respeito, o que se tem visto é bem diferente. No mais das vezes, muitos daqueles que deveriam respeitar a vontade popular, desrespeitam-na. Pior – fazem-no, utilizando-se da expressão: "Estamos numa democracia!".
Todavia, de fato, onde ela se estabeleça, existe respeito a um princípio básico, que lhe serve de fundamento e sustentação, e sem o qual não há democracia – a liberdade. Essa palavra, pequena no tamanho mas grande no significado, se nos revela pelo "estado ou condição de homem livre" ou pela "faculdade de cada um decidir ou agir segundo a própria determinação ou vontade" (veja-se o dicionário).
Ora, no Brasil – dito e tido por democrático – o voto, que deveria ser um direito, pela conveniência de alguns, leniência doutros e ignorância da maioria da população, é imposto, porque obrigatório. Ou seja, não é ato que traduza liberdade; ao contrário, é coisa obrigatória, sob pena de...
Realmente, muitos sabemos daquilo que pode acontecer àquele que deixe de votar. Nessa situação, as penalidades são muitas – e graves. Por princípio democrático – e os princípios sempre haverão de estar acima do que convém às pessoas –, votar deveria ser ato facultativo; ou seja, não obrigatório – vota quem quer, porque reconhecido esse direito, sem que a todos se mande votar, sob pena de punição. Essa idéia se contrapõe, de forma clara, à própria essência da democracia – o governo de um povo livre no pensar e no agir, segundo o diz a própria consciência e desde que respeitados o sentido da moral e os ditames da lei.
Triste realidade esta nossa, em que, de forma demagógica e populista, se enche a boca de democracia e se nega ao povo o direito de tê-la no fundo do coração e no recesso da mente. Já são idos os tempos dos senhores feudais, da escravização de consciências, muito embora, aqui, no nosso Brasil, eles teimem em ficar. Mais que isso, querem se perpetuar, mantendo as pessoas sob o grilhão daquilo que melhor lhes convém.
É chegado o momento do grito de liberdade, da verdadeira carta de alforria, de uma Nação cujo povo vem sendo, no tempo de sua história, sistematicamente manipulado por uma minoria de "senhores do poder", a não poder mais! É chegada a hora da vanguarda da liberdade, do ruir da hipocrisia, do fim da dinastia dos que não desejam ver o povo crescer, amadurecer e prevalecer.
É era de renovação, em que os egos, no personalismo que os caracteriza e rebaixa, haverão de ceder passo ao compasso do verdadeiro soberano nacional – o povo brasileiro! E já passou da hora, pois que o tempo se esvai, desse povo inculto e pobre de reais oportunidades de esclarecimento e autodeterminação se alevantar e bradar, a uma só voz: Chega!
PRIMEIROS PASSOS
É fácil, a JPS é uma juventude nacional, e esta presente em quase todos estados do pais, ou seja, para formar a JPS você precisa de cinco pessoas interessadas entre 14 e 29 anos, registrar o requerimento para o Diretório Estadual da JPS (sede do PPS) CONFORME modelo em anexo, e no final encaminhar relatório de filiados a direção estadual da JPS, contendo Presidente, Secretario Geral, Vice Presidente, Tesoureiro e um Secretario de Movimento Sociais, estes cargos são obrigatórios, mas você pode colocar mais pessoas na coordenação municipal, como membros titulares e membros suplentes.
Após estes primeiros passos é necessário que o Presidente e o Secretario Geral da Comissão Provisória da JPS de sua cidade solicite ao Diretório Estadual ou Nacional da JPS o estatuto da JPS para que todos entendam as finalidades, objetivos e lutas da Juventude. Além disso, é possível entender o funcionamento e a forma de organização da JPS. Com esta ferramenta, jovem camarada, você pode montar a JPS em seu município. Sua missão será a de espalhar nosso sonho, batalhar pelos nossos ideais, organizar e fazer crescer nosso movimento por um país mais justo, democrático, cidadão e JOVEM! Bem-vindo à nossa luta!
Enfim, comece sua atuação.
Clique aqui e baixe o modelo de ata.
Comissão JPS/PR - EXECUTIVA
Presidente: Ronan Botelho (Londrina)
Vice-Presidente: Sérgio Severo (Curitiba)
Secretario-Geral: Luiz Alberto Duarte (Foz do Iguaçu)
Tesoureiro: André Leandro (Pinhais)
Secretario de Comunicação: Rafael de Tarso (Curitiba)
Secretario de Movimentos Sociais: Samuel da Silva (Guarapuava)
Coordenador Curitiba e Região Metropolitana: Flavio Ferreira (Curitiba)
Conselho Gestor: Será formado por todos presidentes dirigentes das JPS/Municípais.
Campo Mourão: Fábio Jardim
Maringá: João Vitor e Valber Guimarães Neto
Guaratuba: Tieme
Palmas: Marcelo Wolinger
Paranagua: Alecsandro Lourenço da Silva
Araucaria: Geraldo Carvalho
Quarto Centenário: Rogério Casablanca
CONTATO COM A JPS:
A JPS estadual do Paraná realiza reunião todo primeiro domingo do mês, às 21 horas, via MSN ronan_botelho@hotmail.com (online).
Uma falta não justificada significa perda do cargo na Executiva Estadual.
E-mail:
jps@pps.org.br
ronan_botelho@hotmail.com / twitter.com/ronanbotelho
(43) 9951 6363
Luiz Alberto Duarte - luizejosi@hotmail.com
(45) 8807 3370
rafaeldetarso@gmail.com / twitter.com/rafaeldetarso
(41) 8406 7692
Orkut:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=4611929
Telefone:
PPS/PR: 41 3259 3223
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